terça-feira, 1 de junho de 2010

Aula de Mineração-Ciências/História

O trabalho interdisciplinar(Ciências/História) sobre extração do ouro por meio de mercúrio, foi uma aula muito diferente, interessante, e divertida, pois aprendemos muito sobre a mineração, pudemos interagir com outra classe, e nos passar pela situações de ajudantes, e sendo assim, não foi aquella aula estagnada ouvindo a explicação, e sim uma aula prática e descontraida na qual tivemos a oportunidade de aprender de maneira diferente, e ensinar ao mesmo tempo.

Entrevista com o Imigrante

Entrevistado: Valentina Gonçalves Marçon
Entrevistador:Gustavo Marçon Puppim

País de braços abertos
"Falarei mais de meu pai pois era mais aberto para contar histórias"

G:Seus pais eram imigrantes certo?
V:"Sim, meu pai Blas Gonzales Garcia era espanhol, de Murcia. E minha mãe Antonia Canevari era italiana".

G:Motivo da imigração?
V:"Com o emprego na plantação, a familia de meu pai (9 pessoas), não conseguia se sustentar durante a infância dele, então com 17 anos eles imigraram para o Brasil em busca de melhores condições de vida".

G:Emfrentaram alguma dificuldade durante a viagem?
V:"Falavam pouco sobre a viagem, mas quando falavam diziam simplesmente doenças e fome, algo que tiveram de aturar por muito tempo até o Brasil".

G:Qual foi a primeira impressão?
V:"Chegando ao Brasil, gostaram muito, pois saberiam que iriam encontra melhores condições".

G:A emoção era forte quando chegaram?
V:"Ficaram muito felizes, pois foram muito bem recebidos e ajudados. A emoção continuou a vida toda, pois se emocionavam a contar histórias da vinda ao Brasil".

G:Eles sofreram muito preconceito?
V:"Meus pais colocaram um apelido no Brasil: O Brasil é um pais de coração aberto, que recebe a todos com um sorriso e braços abertos. Não sofreram preconceito, e sim, foram recebidos e muito bem ajudados".

G:Qual foi a primeira coisa que fizeram?
V:"A familia de meu pai, já tinha chego ao Brasil e foram direto para Mirassol, onde seus tios ja estavam instalados, eles possuiam um sitio no qual plantavam café, esse foi o primeiro trabalho aqui. Um tempo depois, contrataram meu pai como sócio, assim ele ganhava dinheiro para sobreviver. Em Mirassol, conheceu minha mãe".

G:Como seus pais se conheceram perante tantas dificuldades?
V:"Continuando no cultivo, meus pais tinham uma 'parceria' por estarem no mesmo ramo (cultivo para exportar), na facilidade para aprender portugues, se encontraram e foram ficando juntos até se casarem".

G:Ele tinha dificuldade na comunicação?
V:"Quando chegaram, tinha um pouco, mas seus parentes que já estavam aqui a mais tempo, o ensinavam o que haviam aprendido. Meus pais tiveram facilidade pois eram muito espertos tambem".


sábado, 1 de maio de 2010

quarta-feira, 21 de abril de 2010

a rio de janeiro morro do bumba niteroi

Tragedias no Rio de Janeiro










Tragédias no Rio de Janeiro
Como sabemos, o estado do Rio de Janeiro, não tem passado muito bem, devido as fortes chuvas e deslizamentos que têm assustado e surpreendido a todos os habitantes da região.
Ultimamente, as pessoas estão com medo das chuvas, principalmente as que moram em lugares "propicios a desastres naturais", pois acontecaram muitos deslizamentos, que causaram muitas mortes e sofrimento, segundo noticias mais recentes, apenas no morro do Bumbá, morreram cerca de 200 pessoas, é claro que agora, as pessoas que não vivem na mesma realidade que os moradores do morro vão pensar: "É isso que dá viver em cima de um monte de lixo, é culpa deles mesmos...", mas temos que refletir muito antes de dar uma opinião dessas, pois será que essas pessoas tem alguma outra opção, será que não foi falta de fiscalização e apoio do Estado, já que economicamente essas pessoas não contribuem para o desenvolvimento, os mais poderosos (pessoas que possuem mais capital) , que poderiam ajudar, não ajudam pois não os traria beneficios.

Porque, que no Brasil morrem tantas pessoas em uma tragedia, se na maioria dos grandes desastre de outros paises, morrem poucos, como no vulcão da islandia, ou nas enchentes da irlanda, é uma resposta simples, pois como são desenvolvidos, têm planos para cada problema que acontece, o governo na maioria das vezes pensa em todos não só em que tem influencia economica. Nisso entra a questão etica, de que vivemos pensando sempre no eu e em nossos proprios interesses, não nos outros, que não nos influencia de qualquer maneira, iso é algo quentemos que mudar, pois se os mais importantes no governo do Rio de Janeiro pensassem assim, quantas mortes poderiam ser evitadas.

Feito por Gustavo Puppim 9ºA

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Transição da Monarquia para a Republica no Brasil

As oligarquias eram constituídas por grandes proprietários de terra e que exerciam o monopólio do poder local. Este período da história republicana é caracterizado pela defesa dos interesses destes grupos, particularmente da oligarquia cafeeira, já que na época o café era o principal produto brasileiro a ser comercializado no exterior, e a principal fonte de lucro.


As oligarquias cafeeiras garantem o poder pelo coronelismo. O coronelismo expressou as particularidades do desenvolvimento social e político do Brasil. Foi resultado da existência das formas modernas de representação política e de uma estrutura baseada na grande propriedade rural.

O "coronel" (geralmente um proprietário de terra) foi a figura chave no processo de controle do voto da população rural. Temido e respeitado, a influência e o poder político dos coronéis aumentavam à medida que ele conseguia assegurar o voto dos eleitores para os seus candidatos. Por meio da violência e também da barganha, os coronéis forçavam os eleitores a votarem nos candidatos que os interessava.

Feito por João V. Campos/ Gustavo Puppim 9ºA